Ciclo de juros baixos pode terminar e decisão de compra de imóvel deve ser acelerada - Aceplan Aceplan Ciclo de juros baixos pode terminar e decisão de compra de imóvel deve ser acelerada - Aceplan

Ciclo de juros baixos pode terminar e decisão de compra de imóvel deve ser acelerada


A taxa Selic, considerada a base para a formação dos juros cobrados em todos os financiamentos concedidos no Brasil, teve aumento de 2% para 2,75% ao ano. Por enquanto, o impacto nos juros para financiamento da casa própria, atualmente na faixa de 6,8% ao ano, segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) não será significativo, mas há risco de, no decorrer dos próximos meses, os juros da casa própria voltarem ao patamar praticado em 2017, de 11% ao ano.
Na prática, isso significa que adiar a decisão de adquirir um imóvel financiado – a única opção viável para a imensa maioria dos brasileiros – pode prejudicar o consumidor, que pode acabar pagando prestações e um valor total do imóvel mais alto, caso deixe a compra “para depois”.

Financiamentos vão crescer

Segundo informações da Agência Brasil, que repassa as notícias do governo federal, a tendência é que continue a haver crescimento na oferta de recursos para financiar imóveis ao longo de 2021, assim como ocorreu em 2020. No ano passado, o volume de crédito para aquisição de imóveis, concedido em 2020, superou os R$ 112 bilhões de 2014, que era o recorde até então.
A partir do desempenho do setor, a previsão da Abecip é que os financiamentos imobiliários com recursos da poupança continuem a crescer neste ano e alcancem os R$ 157 bilhões, uma elevação de 27%.
A associação também estima uma expansão do crédito imobiliário com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Em 2020, os empréstimos a partir dos recursos do fundo chegaram a R$ 53 bilhões e, para 2021, a previsão é que o montante fique em R$ 56 bilhões.
Contudo, mesmo com abundância de recursos para emprestar, a taxa de juros cobrada pelos bancos que financiamentos tende a subir, acompanhando a alta da Selic.
Assim, adiar por alguns meses a compra do imóvel próprio pode custar ao consumidor alguns milhares de reais a mais em juros. Quem puder fechar negócio mais depressa vai levar vantagem.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

x

Clique aqui e tire suas dúvidas com nossa equipe de Atendimento.

Fale Conosco
Clique aqui e tire suas dúvidas com nossa equipe de Atendimento.