Mauro Campos diz que ‘Casa Verde e Amarela’ mantém incentivo ao setor da construção civil - Aceplan Aceplan Mauro Campos diz que ‘Casa Verde e Amarela’ mantém incentivo ao setor da construção civil - Aceplan

Mauro Campos diz que ‘Casa Verde e Amarela’ mantém incentivo ao setor da construção civil


O presidente da construtora e incorporadora Aceplan, Mauro Campos, declarou que o programa “Casa Verde e Amarela”, do governo federal, que substituiu o “Minha Casa, Minha Vida” deve gerar mais empreendimentos do que o anterior, principalmente para a classe média residente em área urbana, foco de sua empresa.

O empresário lembrou que, com a queda das taxas de juro, todos os programas de financiamento precisam ser revisados. Ele destacou também que, ao contrário de rumores que circularam nas redes sociais, Bolsonaro não acabaria com o programa “Casa  Verde e Amarela”, que foi regulamentado no início de fevereiro.

— O que o presidente Bolsonaro fez foi fazer alguns ajustes em função do custo que estava tendo para o Tesouro Nacional bancar certos subsídios. O que houve, na verdade, foi uma racionalização de recursos e uma redistribuição de quem pode ou não obter mais subsídios. Eu acho que, de alguma forma, o programa se tornou mais justo, apesar do “Minha Casa Minha Vida” ter tido sua função e ter sido proveitoso para o Brasil e para a construção civil, principalmente o segmento residencial – afirmou Mauro.

Quanto à quantidade de financiamentos, Mauro afirmou que, ao contrário do que tem sido mencionado, nunca houve tantas aprovações quanto se prevê para este ano.

A declaração foi feita antes de visita feita por executivos da Caixa Econômica Federal às obras do empreendimento da empresa ás margens da Rodovia do Contorno, o Jardim Mariana. Até o momento, há três empreendimentos disponíveis: o Jardim Mariana, o Jardim Mariana Rubi e o Jardim Mariana Esmeralda.

Com essas etapas, a Aceplan pretende entregar um bairro novo, totalmente planejado e contando com comércio e serviços no local.

O projeto ‘Casa Verde e Amarela’

O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que regulamenta a lei do programa Casa Verde e Amarela, nova política habitacional do governo federal, lançada em agosto do ano passado para suceder o programa Minha Casa, Minha Vida. A meta do governo é atender 1,2 milhão de famílias até 31 de dezembro de 2022. As informações são da Agência Brasil.

O decreto divide as famílias como residentes em áreas urbanas e rurais. O primeiro grupo atenderá famílias com renda bruta mensal de R$ 2 mil a R$ 7 mil. Já o grupo rural abrangerá famílias com renda anual de R$ 24 mil a R$ 84 mil. O cálculo da renda não levará em conta os valores percebidos a título de auxílio-doença, de auxílio-acidente, de seguro-desemprego, de Benefício de Prestação Continuada, do Programa Bolsa Família.

Serão priorizadas as famílias que tenham mulher como responsável; aquelas que tenham pessoas com deficiência; idosos; crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

O programa inclui a produção, aquisição ou requalificação, subsidiada ou financiada para imóveis novos e usados. Os atendimentos poderão realizados sob a forma de cessão, de doação, de locação, de comodato, de arrendamento ou de venda, mediante financiamento ou não, em contrato subsidiado ou não, total ou parcialmente, conforme grupo de renda familiar.

A medida prevê a liberação de subvenção de até R$ 110 mil para produção ou aquisição de imóveis novos ou usados, em áreas urbanas. Para áreas rurais, o valor chega a R$ 45 mil. Para a requalificação de imóveis em áreas urbanas, o valor chega a R$ 140 mil. A melhoria habitacional em áreas urbanas ou rurais terá o limite de R$ 23 mil. Já a regularização fundiária em áreas urbanas alcançará até R$ 2 mil.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Regional, as regiões Norte e Nordeste serão contempladas com a redução nas taxas em até 0,5 ponto percentual para famílias com renda de até R$ 2 mil mensais e 0,25 ponto para quem ganha entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Nessas localidades, os juros poderão chegar a 4,25% ao ano e, nas demais regiões, a 4,5% ao ano.

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